Para um país que representa apenas 5% do mercado mundial de azeite, manter a tipicidade do produto é fundamental e só pode conseguir-se com a utilização das variedades autóctones. Isso implica um conhecimento aprofundado das suas características culturais e a melhoria da sua performance produtiva. Caracterizar, melhorar e certificar o material vegetal dessas variedades é por isso obrigatório.