Apesar de termos uma vasta gama de procedimentos para catalogar impostos, genes e funções do microbioma humano em condições de saúde e doenças, ainda não podemos responder ao facto de que é um microbiota estável. A MICROBIOTA INTESTINAL, POR EXEMPLO, NÃO FOLHA EM TODO O DESENVOLVIMENTO DO INDIVIDUAL E A SUA COMPOSIÇÃO E FUNÇÃO É DIFERENTES EM MATÉRIA DE IDADE. O conceito de estabilidade implica que, em face de uma perturbação, a comunidade microbiana regresse à sua situação inicial em termos de composição (resiliência) ou de função (reembolso funcional) quando o factor perturbador desaparece. Devemos então concluir que a microbiota interior de uma criança saudável não é estável em comparação com a de um adulto saudável? Porquê? Porquê? A QUESTÃO DE ESTABILIDADE PODE TAMBÉM SER RESPONSÁVEL PELA PERSPECTIVA DE UM AGENTE DESRUPTOR IMPORTANTE DA MICROBIOTA INTESTINAL: Antibióticos. A sua acção modifica a composição e o funcionamento da microbiota, que habitualmente tem uma resistência parcial e uma restituição funcional após o desaparecimento do tratamento. No entanto, a estabilidade pode ser quebrada com a presença de dificilidade do clostrídio em algumas ocasiões. Neste projeto, pretendemos abordar a questão da estabilidade temporal da microbiota intestinal durante o desenvolvimento, bem como no âmbito do tratamento antibiótico ou quando C. DIFÍCIL aparece. ELUCIDAMOS PELA APLICAÇÃO DE UM NOVEL MÉTODO DE AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE DOS MICROBIOTAS DESENVOLVIDOS NO GRUPO, BEM COMO PELA DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO (METAGENOMA) E DA FUNÇÃO (METATRANSCRIPTOMA E METABOLOMA) DO MICROBIOTA INTESTINAL E SUA INTERAÇÃO COM O VIROMA, OS MECANISMOS QUE PROMOVEM A RESILIÊNCIA E A REDUNDANÇA FUNCIONAL, ESPECIFICAMENTE A IDENTIFICAÇÃO NAS REDES DE BAYESIAN E COOCCURRENCE, QUE PROMOVEM A RESILIÊNCIA, FUNÇÕES OU ROTAS QUE MUDAM O DESENVOLVIMENTO OU QUE PROTE DA ACULAÇÃO DE RESISTÊNCIAS EM CARREIRAS.