A explosão do número de objetos conectados, robôs assistentes e interfaces homem-máquina-máquina conduziu a uma democratização crescente dos sistemas ciberfísicos e sociais-técnicos. Trata-se de sistemas compostos por utilizadores humanos, robôs e agentes artificiais nas interações sociais. Embora a democratização destes instrumentos seja um elemento importante para os novos serviços no dia-a-dia, a sua divulgação enfrenta dois obstáculos principais: por um lado, o reconhecimento da atividade humana continua a ser pouco claro, tanto a nível operacional (localização, cartografia, identificação de objetos e utilizadores) como cognitivo (reconhecimento e monitorização da intenção). Por outro lado, a interação envolve diferentes vetores que devem ser adaptados de acordo com o contexto (robótica, realidade mista, realidade virtual), o utilizador e a atual situação escandalosa. A primeira diz respeito à conceção e avaliação de ambientes de aprendizagem virtuais e mistos para avaliar o impacto dos agentes conversacionais em simulaçõessimmersivas e interativas. O segundo eixo examina os problemas específicos da robótica: a perceção do ambiente e a representação do conhecimento espaço-temporal para a interação social e navegação. Por último, o problema da gestão de diálogos sociais de iniciativa mista com os utilizadores é comum a estas duas aplicações.Assim, o projeto INCA visa perceber e representar um ambiente de forma a raciocinar sobre ele, interagir natural e socialmente com os utilizadores e aprender um modelo de utilizador de forma a adaptar o comportamento interativo dos agentes.