De acordo com o Censo de 2011, a região da Boêmia do Sul é a segunda da região em termos de número de caldeiras a combustível sólido utilizadas para aquecimento local de casas familiares, o que desempenha um papel significativo nas emissões poluentes. Por conseguinte, o aquecimento dos agregados familiares reflete-se negativamente na qualidade do ar local. É essencial que a região da Boémia do Sul prossiga o mecanismo de subvenção proposto para substituir as caldeiras a combustível sólido obsoletas, utilizando assim o instrumento mais eficaz disponível para melhorar a qualidade do ar.