O projeto diz respeito ao estudo de novos materiais, componentes e sistemas fotónicos nos quais serão utilizados centros de cor ou defeitos de diamante cristalino, com propriedades magnéticas e óticas específicas. Permitirá aplicações socialmente importantes, como o desenvolvimento da deteção supersensível de células cancerígenas e a nanomarcação de substâncias biológicas. A sinergia de quatro equipas científicas permitirá o desenvolvimento de plataformas tecnológicas com matrizes planas de vidro e fibras ópticas estruturadas com defeitos quânticos adequadamente orientados no diamante. Isto permitirá o uso da fotónica não linear e das interacções nano-magnéticas para estudar a actividade biológica. Esta combinação inovadora de métodos nano-foto-magnéticos-biológicos permitirá uma melhor compreensão e desenvolvimento das possibilidades da espectroscopia, da imagem lactente e das técnicas ultrarrápidas que usam a luz.